Dia 14set14 - 26 Km
Saímos as 07 h da linda cidade de Astorga e paramos para tomar café da manha (desayuno) em Murias de Rechivaldo (4 km). Foi uma delicia, em todos os sentidos. A proprietária do Meson El Lar me perguntou se queria entrar e ajudá-la com o suco. E foi me falando como usar o processador e os ingredientes. Fiz um delicioso suco de laranja, cenoura e gengibre, enquanto ela preparava as tostadas.
Meson El Lar em Murias de Rechivaldo
Zaira e Marcelino Alchiere chegando -Santa Catalina de Somoza
Um dos raros momentos que vi uma viatura policial, acredito que era porque havia uma festa na cidade. Muita tranquilidade durante todo caminho.
Pausa para ir ao banheiro e descansar um pouco

Reabastecendo o estomago em frente a igreja. Uma local nos viu e veio abrir a porta para nós.
Quando chegamos a Rabanal a festa estava no fim, um desfile a cavalos com homens vestidos como na idade medieval. Haviam ainda homens e mulheres com umas roupas típicas.
Pensamos em ficar neste albergue, mas era cedo ainda, por volta de meio dia e já haviam duas peregrinas aguardando. Então resolvemos almoçar por aqui mesmo e decidir o que fazer de barriga cheia (risos). Fazia um dia muito abafado e uma chuva forte começou a cair. O Menu peregrino servido foi o segundo melhor do melhores, sopa de feijão (primeiro prato), lulas (segundo) e sobremesa creme espanhol (o cozido maragoto, famoso por aqui, vai ficar para proxima vez). Tudo isso acompanhado de pão e vinho. AH, O VINHO!!!! o vinho foi um caso a parte neste dia.
Vestidas de tomate, seguimos em direção a Foncebadon, pois ainda chovia. ( lembram do vinho, pois é! Dá nisso: SÓ RISOS!!!!)
Para o alto e avante! Pois é, lá no alto está Foncebadon, cerca de 1500 m de altitude.
Vista do Albergue Cruz de Ferro em Foncebadon
Quando chegamos em Foncebadon procuramos vagas em dois albergues e não haviam. Em um deles nos ofereceram dormir numa sala de yoga (?). Resolvemos procurar mais. Pela primeira vez, o desespero bateu. Então fomos na parte mais alta da cidade, lá estava o Albergue Cruz de Ferro e haviam vagas. Tornamos a encontrar Ely Ribeiro, Jane Machado e Telmo. Aqui conhecemos uma venezuelana de nome Barbara, funcionária do albergue, e que é encantada pela nossa língua.
Foncebadon já foi uma importante cidade, com construções datada do sec X. Hoje está reduzida a ruínas. Aqui a atração é um bar e estaurante medieval, La Taberna de Gaia (nós não.





















































